O gosto do sangue ainda se encontra na boca, depois de varias tentativas de apazigua-lo, cercada por varias pessoas que não paravam de taguarelar e ela ali inerte pensando no que acabará de fazer, no que sempre fazia enquanto ninguem olhava, o coração doía mas do que nunca, o estomago grudava na costela mas mesmo assim ela sorria, não um sorriso de alegria, mas sim um daqueles sorrisos falsos que estava acostumada a estampar no rosto a cada manhã. Pobre menina, grande mulher, cheia de sonhos, desejos, olhar triste, pensamentos longe. A cada dia que passa ela sobrevive pois viver não se sabe o que é isso a muito tempo, desejando que tudo mude ou se acabe de uma vez.
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